Linha de Vida & Trabalho em Altura (NR-35)
Frente completa de proteção contra quedas: do projeto do sistema ao ensaio de carga em campo e ao laudo de inspeção periódica. Como empresa de inspeção industrial, avaliamos também a estrutura que sustenta o sistema — não apenas o dispositivo — que é onde costuma estar o risco real. Equipe com certificação IRATA (acesso por cordas) e GWO (setor eólico), e equipamentos próprios de ensaio.

O que fazemos
- Projeto de Linha de Vida
- Ensaio e Teste de Carga
- Inspeção Periódica de Sistemas de Proteção contra Quedas
- Acesso por Cordas e Atendimento Eólico
O que fazemos em Linha de Vida & NR-35
Conheça em detalhes cada sub-atividade que executamos nesta frente de serviço.
Projeto de Linha de Vida
Dimensionamento de linhas de vida horizontais e verticais para qualquer segmento, com memorial de cálculo e definição dos pontos de fixação.
Atividades
- Linha de vida horizontal (cabo de aço e trilho rígido)
- Linha de vida vertical para escadas e torres
- Memorial de cálculo com verificação da estrutura de suporte
- Definição de pontos de ancoragem e olhais
- Especificação de EPI e de sistema de resgate
Normas & Padrões
Ensaio e Teste de Carga
Ensaio dos pontos de ancoragem e das linhas instaladas com equipamento próprio de dinamometria, com registro dos valores obtidos.
Atividades
- Ensaio de tração em pontos de ancoragem e olhais
- Verificação de tensionamento e de absorvedor de energia
- Registro fotográfico e relatório de ensaio
- Etiquetagem de identificação e validade
Normas & Padrões
Inspeção Periódica de Sistemas de Proteção contra Quedas
Inspeção periódica de linhas de vida, pontos de ancoragem, trava-quedas e vigas com carrinho (trolley), com laudo e plano de ação. A NR-35 exige inspeção na aquisição e periódica; a frequência sai da análise de risco e da instrução do fabricante — o ciclo anual é a prática consolidada, mas ambiente agressivo costuma pedir intervalo menor.
Atividades
- Inspeção de linha de vida horizontal e vertical
- Verificação da estrutura de suporte, não apenas do dispositivo
- Inspeção de viga metálica com carrinho / trolley
- Avaliação de corrosão em ambiente salino e agressivo
- Checklist por ponto, com classificação de risco
- Plano de ação priorizado por criticidade
Normas & Padrões
Acesso por Cordas e Atendimento Eólico
Execução de inspeções e serviços em locais de difícil acesso por técnicos com certificação IRATA, e atendimento a parques eólicos com certificação GWO.
Atividades
- Inspeção por acesso por cordas (IRATA)
- Atendimento a torres eólicas com equipe certificada GWO
- Inspeção de estruturas elevadas, silos, chaminés e torres
- Trabalho integrado com laudos de SPDA e de estrutura
Normas & Padrões
Outras frentes de serviço
Conheça as outras capacidades técnicas da PCM Engenharia.
A linha de vida que protege sua equipe
Do dimensionamento do sistema ao laudo de inspeção periódica, com responsabilidade técnica de engenheiro registrado no CREA-SP e ART emitida para cada serviço.
Atendemos linha de vida horizontal e vertical, pontos de ancoragem, olhais e viga metálica com carrinho, em usina, galpão, porto, torre de transmissão e parque eólico.
- Projeto e instalaçãoDimensionado por engenharia, com memorial de cálculo e verificação da estrutura que vai receber os esforços.
- Inspeção e certificaçãoEnsaio de carga com dinamômetro, registro ponto a ponto, laudo com ART e etiquetagem de identificação.
- Conformidade NR-35Sistema projetado por Profissional Legalmente Habilitado, como exige o item 35.5.3.1 da norma.

Linha de Vida & NR-35: dúvidas frequentes
Respostas objetivas, com o item da norma de onde cada uma sai.
Essa é a dúvida mais comum, e a resposta honesta surpreende quem pergunta: a NR-35 não fixa periodicidade anual. O item 35.5.6 determina que os sistemas sejam inspecionados na aquisição e periodicamente, e o item 35.5.6.1 exige inspeção rotineira de todos os elementos antes do início dos trabalhos.
A frequência da inspeção periódica sai da análise de risco e das instruções do fabricante — é a própria norma que remete a esses dois critérios.
O ciclo anual se consolidou como prática de mercado porque atende à maioria dos casos e porque é o que os fabricantes costumam recomendar. Mas linha de vida em ambiente salino, com exposição agressiva, ou instalada em estrutura que sofre vibração, muitas vezes pede intervalo menor. Quem responde por isso é a análise de risco da planta, não um calendário genérico.
O item 35.5.3.1 da NR-35 é direto: o sistema de proteção coletiva contra quedas deve ser projetado por Profissional Legalmente Habilitado. Ou seja, engenheiro com registro no CREA e ART do projeto.
Isso vale para a linha de vida em si e, o que muita gente esquece, para a verificação da estrutura que vai receber os esforços. De nada adianta dimensionar o cabo corretamente se a viga, o pilar ou a laje onde ele será fixado não suportam a carga de uma queda.
Porque é lá que costuma estar o risco real. Uma queda transmite ao ponto de ancoragem um esforço muito superior ao peso do trabalhador, e esse esforço vai parar na estrutura.
Já encontrei em campo linha de vida com cabo, absorvedor e trava-quedas em ordem, fixada em terça de telhado corroída — o sistema estava certificado e o conjunto não seguraria uma queda.
Como empresa de inspeção industrial, a gente chega nesse serviço com o olhar de quem avalia integridade estrutural, e não apenas de quem confere o dispositivo. É a diferença entre inspecionar a linha de vida e inspecionar o sistema de proteção contra quedas.
IRATA é a associação internacional de acesso por cordas, que mantém um esquema próprio de treinamento, avaliação e certificação de técnicos, organizado em três níveis de progressão com supervisão obrigatória em campo.
Ela entra quando o local de trabalho não tem como ser alcançado com segurança por andaime, plataforma ou cesto: chaminés, silos, torres, faces internas de estruturas elevadas. Em vez de montar acesso, o técnico certificado desce por corda para executar a inspeção.
Para inspeção industrial isso muda a conta do cliente: reduz tempo de montagem, custo de andaime e, em muitos casos, o tempo de parada do equipamento.
A GWO é a organização internacional do setor eólico que define um padrão comum de treinamento de segurança, sendo o BST o módulo básico, com conteúdos de trabalho em altura, primeiros socorros, manuseio de cargas, combate a incêndio e segurança elétrica.
Na prática, é o passe de entrada: a maioria dos operadores de parque eólico exige certificação GWO válida para autorizar qualquer profissional a subir em uma torre.
Ter equipe certificada permite à PCM executar em parque eólico os mesmos serviços que já executa em planta industrial — inspeção de estrutura, laudo de SPDA, avaliação de linha de vida e ancoragem.
Aplicamos tração controlada nos pontos de ancoragem e nos olhais com dinamômetro próprio, registrando o valor obtido em cada ponto e comparando com o esforço previsto em projeto.
O resultado vai para o relatório com registro fotográfico ponto a ponto, e cada ponto ensaiado recebe identificação com a data e o prazo do próximo ensaio.
Ensaio sem registro de valor não serve para nada: numa auditoria ou num acidente, o que se pede é a evidência do número medido, não a declaração de que o teste foi feito.
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